Histórias Podium

Do motocross ao triatlo: o que levei do esporte para a Podium

Por Victor Fonte Boa

Comecei no triatlo em 2023, mas essa história começou alguns anos antes.

Uma pergunta que ficou na minha cabeça

Em 2019, rompi um ligamento praticando motocross. Eu já gostava de correr e, na consulta, fiz a pergunta que mais me preocupava: “Vou conseguir continuar?”

O médico disse que sim, mas que eu provavelmente teria que ficar nas distâncias mais curtas, até uns cinco quilômetros. Aquilo ficou na minha cabeça. Naquele momento, decidi que queria provar que conseguiria ir além.

Comecei a participar de corridas e, aos poucos, fui aumentando as distâncias. Até chegar à maratona.

Victor Fonte Boa com sua moto em uma paisagem de montanhas.
O motocross faz parte da minha história com o esporte. Este registro é de dezembro de 2024.

Até onde eu consigo chegar?

Quando alcancei aquela distância, apareceu uma nova pergunta: “Já que cheguei até aqui, onde mais consigo chegar?”

Foi assim que entrei no triatlo.

Eu imaginava o desafio de nadar, pedalar e correr. O que fui descobrindo depois foi o trabalho necessário para encaixar tudo isso na vida. Treinar, trabalhar, viajar, descansar e encontrar tempo para preparar o dia seguinte.

Victor Fonte Boa com os braços erguidos e uma camiseta de 42 quilômetros.
A corrida continua fazendo parte dessa jornada. Um registro de abril de 2025, com os 42 km nas costas.

Rotina, dedicação e resiliência

Nesse processo, três coisas ganharam um significado muito concreto para mim: rotina, dedicação e resiliência.

A rotina aparece nos treinos que precisam caber na agenda. A dedicação, nas escolhas que você faz para conseguir continuar. E a resiliência, nos dias em que o treino não rende, o planejamento muda ou a evolução demora mais do que você esperava.

Cada degrau que avanço no esporte me ajuda a perceber o tamanho do trabalho de um atleta. Não sou profissional, mas estar nessa jornada aumentou muito o meu respeito por quem vive disso. Quanto mais aprendo, mais entendo o quanto ainda existe pela frente.

O que chegou à empresa junto comigo

Também comecei a reconhecer essas mesmas exigências dentro da empresa.

Na Podium, temos objetivos que levam tempo. Precisamos manter uma rotina, cuidar dos detalhes e continuar trabalhando mesmo quando o resultado não chega na velocidade que gostaríamos. Aos poucos, fui trazendo o que aprendia no esporte para a maneira como conduzimos o negócio e construímos a nossa cultura.

Minha rotina também mudou a forma como penso nas roupas.

Victor Fonte Boa de capacete e camisa de ciclismo cinza com a marca Podium nas costas.
A Podium também me acompanha no ciclismo. O esporte faz parte do meu dia e influencia o trabalho na empresa.

Roupa para uma agenda cheia

Quando você passa o dia entre trabalho, treino e deslocamentos, percebe rapidamente o que facilita a vida. Uma peça que cabe na mochila e chega bem ao destino. Uma calça confortável para viajar. Cores que combinam entre si e poupam tempo na hora de sair.

São necessidades que conheço porque fazem parte do meu dia. E elas influenciam o que queremos entregar na Podium: roupas que acompanhem uma rotina cheia, sejam fáceis de usar e continuem apresentáveis depois de algumas horas fora de casa.

Hoje, quando penso no caminho desde a lesão no motocross, vejo que aquela vontade de correr mais longe acabou me levando a aprender muito além da corrida.

A distância continua sendo um desafio. Mas o que mais levo comigo é o que preciso construir todos os dias para chegar até ela.

Um dia no IRONMAN 70.3 São Paulo

No Instagram da Podium, compartilhamos um mini vlog dessa experiência. É um registro de um dia de prova dentro de uma história que começou muito antes.

Assistir ao vídeo no Instagram

Vídeo: Podium Camisaria. Videomaker: Paulo Veza (@pauloveza).

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